INFORMATIVO

Prazos para Eliminação das Substâncias Destruidoras de Ozônio – SDOs.

Existem muitas alternativas para as várias aplicações de SDO, envolvendo tanto substitutos químicos quanto tecnologias alternativas. Nos usos de SDO existentes, a convenção (“retrofit”), recuperação, reciclagem e prevenção de vazamentos são ações importantes para a redução das emissões a curto prazo.
Na  indústria de fabricação de espumas plásticas, os CFCs têm sido usados como agentes de expansão alternativos estão agora em amplo uso, incluindo HCFCs, hidrocarbonetos, cloreto de metileno, dióxido de carbono e água.
Várias SDO têm sido usadas como agentes de limpeza, incluindo CFC-113, tetracloreto de carbono e metil clorofórmio. Eles estão sendo substituídos de várias maneiras. Alternativas, tais como álcoois, terpenos e água, são comprovadamente efetivas em muitas necessidades industriais. Na indústria eletrônica, novas técnicas tornaram possível eliminar a limpeza em algumas operações .
Os CFCs 11 e 12 foram amplamente utilizados como propelentes em latas de spray acrossol, sendo que em muitos países este uso já foi quase que totalmente interrompido.
Problemas alternativos, tais como hidrocarboneto, estão substituindo todos os antigos usos de CFCs. Além disso, bombas mecânicas que não utilizam propolente foram desenvolvidos. Os halons para combate ao fogo estão sendo substituídos por outros compostos, como água, o dióxido de carbono ou espuma. Os halons existentes em equipamentos de combate ao fogo estão sendo recolhidos e estocados em bancos de halons para conservar os estoques, impedir emissões para a atmosféra e estar disponível para “usos essenciais”, como decidido sob o Protocolo de Montreal.

Refrigeração e Ar Condicionado

O setor de refrigeração e ar condicionado é um grande consumidor de CFCs. Neste setor, estão sendo utilizados hidroclofluorcabonos, HCFCs, e fluídos naturais como hidrocarbonetos e amônia. Os HCFs não contêm cloro e são benignos em relação ao ozônio, entanto, eles são gases efeito estufa, com alto potencial de aquecimento global. HCFCs estão sendo usados em algumas aplicações, mas apenas como “substância de transição”, uma vez que deverão ser finalmente eliminados devido ao seu potencial de destruição de ozônio. Hidrocarbonetos e amônias apresentam problemas de flamabilidade e toxidade.
Para converter um equipamento que opera com CFC diversos refrigerantes alternativos estão disponíveis no mercado : HFC-134 a e mistura não azeotrópicas, de HFCs ( R-404 a )  e HCFC-22 ( R-401 a, R-402a, R-408 a, R-409 a, etc. ). Além desses refrigerantes fluorados, para aplicações em refrigeração doméstica e equipamentos compactos de refrigeração comercial e ar condicionado, existem os refrigerantes constituídos por hidrocarbonetos puros ( isobutano e propano ) ou misturas de hidrocarbonetos ( isobutano e propano ) . O próprio HCFC-22 ou R-22, pode ser adotado em algumas situações. Os HCFCs são também substâncias controladas pelo Protocolo de Montreal, mas apresentam um potencial de destruição da camada de ozônio bem mais baixo que os CFCs. Estão condenados a eliminação total a partir do ano 2030, ou antes dependendo das pressões de determinados países.
A manutenção adequada pode reduzir consideravelmente os vazamento. Isso também reduz custos.

 


Encontro das Partes em Viena  - 1995

Ref: Eliminação de SDOs  em Países

1 de Julho de 1999

Congelamento do Consumo dos CFCs do Anexo A no Valor Médio dos Anos 1995-1997.

1 de Janeiro de 2002

Congelamento do Consumo de Halons² no Valor Médio dos Anos 1995-1997.
Congelamento do Consumo de Brometo de Metila no Valor Médio dos Anos 1995-1999.

1 de Janeiro de 2003

Redução do Consumo em 20% dos CFCs do Anexo B³ a partir do Consumo Médio dos Anos 1998-2000.
Congelamento do Consumo de Metil Clorofórmio no Valor Médio dos Anos 1998-2000.

1 de Janeiro de 2005

Redução de 50% dos CFCs do Anexo A a Partir do Valor Médio dos Anos 1995-1997.
Redução de 50% dos Halons a Partir do Valor Médio dos Anos 1995-1997.
Redução de 85% do Tetracloreto de Carbono a Partir do Valor Médio dos Anos 1998-2000.
Redução de 30% do Metil Clorofórmio a Partir do Valor Médio dos Anos 1998-2000.

1 de Janeiro de 2007

Redução de 85% dos CFCs do Anexo A a Partir do Valor Médio dos Anos 1995-1997.
Redução de 70% do Metil Clorofórmio a Partir do Valor Médio dos Anos 1998-2000.

1 de Janeiro de 2010

Eliminação de 100% dos CFCs, Halons e Tetracloreto de Carbono.
Redução de 70% do Metil Clorofórmio a Partir do Valor Médio dos Anos 1998-2000.

1 de Janeiro de 2015

Eliminação de 100% do Metil Clorofórmio.

1 de Janeiro de 2016

Congelamento do Consumo dos HCFCs no Valor dos Anos 2015.

1 de Janeiro de 2040

Eliminação de 100% dos HCFCs